Capítulo 74 da série Verso e reverso de Mato Grosso, com postagem de segunda a sábado, abordando aleatoriamente fatos dos municípios mato-grossenses e figuras da nossa história recente. O texto focaliza o padre Antônio Heidler.
Ingratidão mata. Padre Antônio Heidler morreu vítima desse mal. Por longo tempo esteve à frente da Paróquia São Judas Tadeu, em Vera, onde era homem dos sete ofícios.
Sacerdote por opção e crença, padre Antônio casava, batizava, evangelizava, estendia às mãos aos recém-chegados. Poeta. Compositor e autor do hino local. Jogador de baralho. Amante da cerveja. Delegado e juiz de paz entre aspas. Defensor do povo. A cidade o reverenciava enquanto homem dos sete ofícios.
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Capela Padre Antônio Heidler
Pela falta de razão que somente a Santa Madre entende a Diocese de Diamantino transferiu padre Antônio para Itaúba. Não foi. Adoeceu. Morreu em 20 de fevereiro de 1987, em Cuiabá. Cumpriu sua missão na Terra e seu pacto com Deus: somente trocaria Vera pelo céu.
Nos primórdios de Vera a Igreja Católica construiu a Capela São Judas Tadeu, e mais tarde, a Matriz São Judas Tadeu, ao seu lado. Com a morte do padre Antônio Heidler, os fiéis sugeriram seu nome à capela e a sugestão foi aceita. Assim, em Vera, o sacerdote é eternizado com a Capela Padre Antônio Heidler.
PS – Continuem lendo a série. Na segunda-feira (18), o capítulo 75.