Dra. Luciana Horta pela da região de Rondonópolis na Assembleia

Eduardo Gomes

@andradeeduardo gomes

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Uma jovem mulher, decidida, atuante na medicina e na política. A candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) é assim e muito mais, sobretudo no contexto de Rondonópolis, onde concorre com alguns nomes locais que se dividem basicamente em dois grupos: os que se eternizam nas disputas eleitorais e os familiocratas. Vereadora eleita para o primeiro mandato em 2024, com 3.605 votos – a maior votação ao cargo naquele pleito – Luciana Horta quer ir para a Assembleia defender aquele e os municípios vizinhos.

Mesclando carisma e humildade, por mais de 15 anos ininterruptos a médica Luciana Horta presta serviços ao município de Rondonópolis e ao Samu. A cidade acompanhou seu trabalho, profissionalismo e dedicação, e em 2024 ao se candidatar a vereadora pela base bolsonarista seu nome foi o mais destacado. Sem abrir mão da medicina, ela se dedica ao exercício do mandato e o faz com independência, sem se deixar guiar pelo prefeito Cláudio Ferreira, seu correligionário.

Medicina e política são inseparáveis no seu dia a dia. Na segunda-feira, 26 de janeiro deste ano, Luciana estava na praça do Cruzeiro, em Brasília, participando do encerramento de uma caminhada de 240 km liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG), de Paracatu (MG) a Brasília, em protesto contra as prisões dos manifestantes de 8 de janeiro e em defesa de Jair Bolsonaro. Um raio caiu sobre a multidão. Instintivamente seu cérebro ativou seu lado de médica intervencionista do Samu e desativou seu lado político. A vereadora e manifestante saiu de cena e a médica Dra. Luciana Horta atendeu a dezenas de feridos. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, 34 vítimas foram encaminhadas ao Hospital Regional da Asa Norte, em Brasília.

Findo o atendimento, Nikolas Ferreira a abraçou e agradeceu em seu nome e em nome de Jair Bolsonaro.

FILHA DA TERRA – Luciana Abreu Horta se considera mato-grossense nascida em São José do Rio Preto, interior paulista. Seu pai, o produtor rural Hernandes da Silva Horta foi quem primeiro fez experimentos para o cultivo da soja em Mato Grosso; em 1973, seo Hernandes revolucionou Alto Araguaia, numa área hoje pertencente a Alto Taquari, ao semear cultivares de soja. Posteriormente seo Hernandes cultivou em Guiratinga, e mais tarde passou a se dedicar à pecuária em Guarantã do Norte. Enquanto o pai tocava a lavoura, a mãe de Luciana Horta, a professora Maria Cecília Abreu Horta, cuidava da perradinha.

Luciana viveu e bem, a infância, a adolescência e a juventude, na região de Rondonópolis, vendo os lendários garimpos de diamante do Garças e o surgimento da soja. Um dia pegou a estrada e foi para Itaperuna, no Noroeste fluminense, de onde voltou com o diploma de médica concedido pela Faculdade de Medicina de Itaperuna.

Luciana conhece a realidade de sua região, com destaque para a Saúde Pública, onde faz verdadeiro sacerdócio de sua profissão. Sua veia política e seu pulsar médico a levaram ao planejamento de um programa parlamentar para melhorar a qualidade do atendimento da Atenção Básica às especialidades médicas. O desenvolvimento regional – pensa ela – tem que ser amplo; não se pode pensar no avanço regional se ele não for abrangente, incluindo saúde, educação, segurança, habitação, saneamento, meio ambiente, trabalho, prestação de serviço público qualificado etc. Em nome desse entendimento ela quer ser deputada para representar e defender projetos nesse sentido, e sem prejuízo da fiscalização dos atos do governo.

CHAPA – Luciana Horta disputa uma cadeira na bancada do PL, que dentre outros nomes considerados puxadores de votos tem Alcino Barcelos, de Pontes e Lacerda; Gilberto Cattani, de Nova Mutum; Irmão Geremias, de Juína; Samantha do Abílio e Faissal, ambos de Cuiabá; e ela. Felizmente, para Luciana Horta, nenhum deles é da região de Rondonópolis, onde vota mais de 15% do eleitorado mato-grossense, o que poderá assegurar sua vitória em defesa da região e do fortalecimento do bolsonarismo.

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