Janaina Riva e a voz das urnas
Eduardo Gomes
@andradeeduardo gomes
eduardogomes.ega@gmail.com
Consciência é voz que não precisa barulho para se fazer ouvir. Com esta frase defino bem a candidatura da deputada estadual Janaína Riva (MDB) ao Senado. Nenhum político mato-grossense ganhou tanto espaço na mídia e tamanhos elogios quanto ela; e as pesquisas que tradicionalmente erram grotescamente, foram além de sua capacidade de não retratar a realidade e lhe davam folgada vantagem para a conquista de uma cadeira. Porém, a consciência falou mais alto e retirou da vida pública a herdeira política de José Riva, que foi o maior ficha suja do Brasil.
Os números são frios, exatos e refletem bem a alma mato-grossense. A campanha de glamour de Janaína Riva não convenceu. O eleitorado que lhe disse não tem em sua composição o povo que entendeu que sua candidatura ao Senado, e a de seu sogro, Wellington Fagundes (PL) ao governo, levariam para o poder não somente José Riva, mas seu grupo que no passado não muito distante dominava os poderes políticos em Mato Grosso.

Consciência é voz que não precisa barulho para se fazer ouvir. Com esta frase defino bem a candidatura da deputada estadual Janaína Riva (MDB) ao Senado. Nenhum político mato-grossense ganhou tanto espaço na mídia e tamanhos elogios quanto ela; e as pesquisas que tradicionalmente erram grotescamente, foram além de sua capacidade de não retratar a realidade e lhe davam folgada vantagem para a conquista de uma cadeira. Porém, a consciência falou mais alto e retirou da vida pública a herdeira política de José Riva, que foi o maior ficha suja do Brasil.