Ex-secretário no governo de Mauro Mendes condenado por tráfico internacional
Eduardo Gomes
@andradeeduardogomes
eduardogomes.ega@gmail.com
O ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso e ex-prefeito de Glória D’Oeste, Nilton Borges Borgato (PSD) foi condenado a oito anos e oito meses em regime inicialmente fechado, por tráfico internacional de drogas. Borgato exerceu a secretaria do primeiro mandato do então governador Mauro Mendes (UP), e somente deixou o cargo para disputar a eleição para deputado federal em 2022, mas sua prisão o retirou do páreo eleitoral. Pelo mesmo crime, o lobista Rowles Magalhães Pereira da Silva recebeu uma pena de 14 anos, também em regime fechado; Rowles foi assessor do então vice-governador Chico Daltro e quem denunciou o suposto pagamento de propina de 80 milhões de reais para figuras do governo (ele não revelou nomes) pela empresa vencedora para o fornecimento dos trens que deveriam ser destinados ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
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Borgato foi preso prventivamente pela Polícia Federal na Operação Descobrimento, deflagrada em 22 de abril de 2022, quando ele estava em campanha pelo grupo político liderado pelo senador Carlos Fávaro (PSD), e posteriormente foi posto em liberdade. Rowles foi preso na mesma operação e data. Borgato é casado com a prefeita reeleita de Glória D’Oeste, Gheysa Maria Bonfim Borgato (PSD) e quando da prisão negou as acusações.
Mauro Mendes, Carlos Fávaro e Chico Daltro não se manifestaram sobre as condenações.
DURA LEX – As sentenças foram proferidas pelo juiz Fábio Moreira Ramiro, da 2ª Vara Federal de Salvador (BA) e publicada ontem (20).
O ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso e ex-prefeito de Glória D’Oeste, Nilton Borges Borgato (PSD) foi condenado a oito anos e oito meses em regime inicialmente fechado, por tráfico internacional de drogas. Borgato exerceu a secretaria do primeiro mandato do então governador Mauro Mendes (UP), e somente deixou o cargo para disputar a eleição para deputado federal em 2022, mas sua prisão o retirou do páreo eleitoral. Pelo mesmo crime, o lobista Rowles Magalhães Pereira da Silva recebeu uma pena de 14 anos, também em regime fechado; Rowles foi assessor do então vice-governador Chico Daltro e quem denunciou o suposto pagamento de propina de 80 milhões de reais para figuras do governo (ele não revelou nomes) pela empresa vencedora para o fornecimento dos trens que deveriam ser destinados ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).