Servidores do TJ e a greve Viúva Porcina

EDUARDO GOMES

@andradeeduardogomes

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Buscando palavras que não demonstrassem recuo ou afirmação, o presidente do sindicato dos servidores do Judiciário (Sinsjusmat), Rosenwal Rodrigues, foi às redes sociais e descartou o começo da greve dos servidores  que estava marcado para amanhã (21). O sindicalista pediu que seus sindicalizados compareçam à Assembleia,  amanhã, para acompanharem a votação do projeto de lei que define a RGA em 4,26% e ponderou que sua assessoria jurídica avalia qual caminho seguir.

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O recuo de Rosenwal acontece em razão de uma liminar concedida pelo desembargador do TJ Rodrigo Roberto Curvo, que considera a greve ilegal e estipula multa de 200 mil a serem descontados na folha salarial dos grevistas, em caso de descumprimento de sua decisão. Ácido, Rosenwal disse que o ‘governador brucutu’ induziu a Justiça à liminar.

A greve que foi anunciada seria um ato de protesto contra a manutenção do veto do governador Mauro Mendes a um projeto de lei do Judiciário, aprovado pelos deputados, concedendo aumentro de 6,8% aos servidores. A manutenção do veto teve 12 votos favoráveis e 10 contrários.

Resta agora aguardar os próximos passos da greve que nasceu morta.

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