Preparem o bolso vem aí uma facada na energia
Eduardo Gomes
@andradeeduardogomes
eduardogomes.ega@gmail.com
Sob o esfarrapado argumento de crise hídrica, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a partir do dia 1} de junho sai a bandeira verde e entra a bandeira vermelha no patamar I para cálculo da tarifa de energia elétrica. Em suma, os consumidores terão custo extra de R$ 4,463 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
Em matéria divulgada pela Agência Brasil, a Aneel explica tintin por tintin o que é a bandeira por sua cor e patamar: “Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
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Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta de energia sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Na bandeira amarela, o acréscimo é de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
A bandeira vermelha tem dois patamares. No primeiro, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,463 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido. No patamar dois, o valor passa para R$ 7,877 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido”.
Foto: Agência Brasil