Boa Midia

Pedro Taques quer Janaína Riva transparente

 

 

EDUARDO GOMES

@andradeeduardogomes

eduardogomes.ega@gmail.com

Pedro Taques com Janaína Riva: cordialidade sim, mas sem prejuízo das cobranças

“Vou abrir meu programa assim: Sou Pedro Taques, advogado, fui promotor de Justiça, procurador da República, senador e governador: sou filho do saudoso pequeno agricultor Alinor Taques e da professora aposentada Dona Eda Taques. Não tenho motivo para esconder nada e vou cobrar igual transparência aos demais candidatos. Quero ver a Janaína Riva (MDB) dizer ao eleitorado de quem ela é filha, o que o pai dela fez na vida pública. Temos que disputar uma eleição com transparência sem ficarmos empunhando bandeiras simpáticas, mas fugindo do nosso passado, do nosso berço”.  Com esta fala, Pedro Taques (PSB), pré-candidato ao Senado, iniciou nossa conversa para o capítulo que será dedicado a ele na série Em quem votar (ou não votar) para o governo e o Senado, que postarei em breve focalizando todas as pré-candidaturas majoritárias em Mato Grosso.

Nossa conversa aconteceu na sexta-feira (9) no escritório de Pedro Taques, em Cuiabá, antes e durante o almoço que ele me ofereceu. O conteúdo será parte do capítulo sobre ele, que será postado aleatoriamente. Antecipei o parágrafo acima como forma de mostrar ao leitor o teor da disputa eleitoral, que será bem diferente do conteúdo jornalístico de agora predominante em Mato Grosso, sobre os nomes que se lançam em busca de mandatos, que trata os políticos na superficialidade e não raramente de forma bajulativa, como se eles não tivessem passado, berço nem nenhum tipo de ligação com esquemas nocivos aos cofres públicos e consequentemente ao cidadão. O embate – penso assim – tem que ser em alto nível, porém duro, mas sem agressividade, sob pena de manter o cidadão conhecendo somente o lado meloso dos postulantes, o que não contribui para a melhor escolha.

A maioria dos pré-candidatos exerce mandato eletivo, está permanentemente na mídia e seus atos na vida pública são verdadeiras entrevistas, o que torna desnecessário ouvi-los, como fiz com Pedro Taques e farei com outros, também sem mandatos.

Sonhando com o governo, Max vai para o Podemos

A série está praticamente pronta. Mas somente será postada quando o União Brasil definir seu roteiro político, o Democracia Cristã confirmar o nome de seu candidato ao governo e Max Russi revelar o papel que assumirá o Podemos, que será sua nova bandeira partidária a partir de março. Antes disso será precipitação e o conteúdo perderia o sentido se o editor não advinhasse a decisão de amanhã.

Pivetta tem apoio da ala do União Brasil liderada por Mauro Mendes

Uma das hipóteses é que serão focalizados para o governo: o senador Wellington Fagundes (PL), o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), a médica Natasha Slhessarenko (PSD), o empresário Maurício Tonhá (DC), o presidente da Assembleia Legislativa Max Russi (PSB)  e o senador Jayme Campos (União).

Fávaro encostou em Lula e tentará a reeleição

Ao Senado, o governador Mauro Mendes (União), o produtor rural Antônio Galvan (DC), o deputado federal José Medeiros (PL), o senador e ministro da Agricultura Carlos Fávaro (PSD), a deputada estadual Janaína Riva (MDB) e o advogado Pedro Taques (PSB).

Os Mauro, Mendes e Carvalho

Jayme enfrenta resistência em seu partido

BASTIDORES – Nos bastidores  há muita articulação e entre quatro paredes se ouve que: Mauro Mendes poderá migrar para o PRD de Mauro Carvalho; Jayme Campos – que diz ter apoio nacional de seu partido, sofre veto da direção estadual do União Brasil – é sondado pelo MDB; Janaína Riva articula em várias frentes e uma das possibilidades é que ela seja companheira de chapa de Jayme Campos no MDB ou faça dobradinha majoritária com seu sogro Wellington Fagundes; eque o grupo ligado a Maurício Tonhá estaria articulando uma grande manifestação de figuras do agronegócio em defesa de seu nome .

Fávaro foi vice-governador de Pedro Taques e estão rompidos

Enfim, há muito barulho longe do eleitorado, inclusive um que dá conta da animosidade de Carlos Fávaro com Pedro Taques, o que segundo se diz, não abriria espaço para os dois no mesmo partido.

Aguardem a série, que a exemplo das anteriores – espero – terá muitos leitores e capilarização nos 142 municípios mato-grossenses. Sua leitura será bom balizamento para o voto, pois seu conteúdo trará para o embate o histórico dos nomes que são apresentados rotularmente, como se suas vidas começassem agora.

Fotos:

1, 4 e 5 –  Secom

2 – Metrópoles

3 – gov.br

6 – Jefferson Rudy/Agência Senado

 

 

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